Voltar

Internet livre do Internet explorer 6 e 7 em abril

A história da internet sofrerá, já em Abril, enormes mudanças com o fim do suporte do internet explorer 6 e 7 pela microsoft.

Browsers

Os programadores vão finalmente ter menos dores de cabeça, uma vez que vão parar de desenvolver trabalhos para browsers como o Internet Explorer 6, que saiu em 2002.

Empresas com websites com grandes volumes de tráfego, pretendem muitas vezes que estes funcionem em todos os browsers da internet, muitas vezes sob pena de perderem vendas criando por vezes grandes problemas no compromisso inovação <-> perfomance.

Em Abril, a Microsoft vai deixar de suportar, oficialmente, o Windows XP onde vinha o Internet Explorer 6 e 7, o que tem obrigado grandes empresas e serviços públicos a migrarem todo o seu sistema para algo mais atual, tornando-as vulneráveis em termos de segurança.

Um dos grandes problemas do Internet explorer 6, 7 e 8 é não terem um botão para se atualizarem automaticamente, o que deixa muitos utilizadores literalmente parados no tempo quando navegam pela internet.

Em Fevereiro de 2014, segundo a Net Market Share a percentagem das versões Windows no mercado era 30% para o Windows XP, 3% para o Vista, 47% para o Windows 7 e 11% para as versões do Windows 8 o que reflete claramente que ainda existe uma enorme presença de browsers antigos.

Existe assim a certeza de que é longo o caminho a percorrer para que a internet consiga ter 100% da sua interatividade. Browsers como o Firefox e o Google Chrome tornam possível a interatividade a 100%.

Desta forma, uma das questões que se levanta é: como estarão estas percentagens dentro de três meses, depois do abandono da Microsoft no Windows XP?

A partir de 8 de Abril, os próprios utilizadores sentirão, com certeza, diferença na navegabilidade da internet. Uma vez que, cerca de 57% da utilização é realizada a partir de browsers da Microsoft.

O uso de dispositivos móveis, como forma de navegar na internet, continua a crescer a olhos vistos, tendo atingido no final de 2013, 20% de utilização, mais 13% do que em 2011.

Internet Explorer

Existem vários browsers para navegar mas tendo em conta que os Smartphones são, em mais de 90% controlados pela Google e Mac, sobra muito pouco espaço para o mais recente produto da Microsoft, apenas presente em dispositivos da Nokia, caminhando para o seu desaparecimento.

No caso do desenvolvimento para mobile, o grande problema encontra-se na otimização do website, seja através de media queries ou através de apps porque apesar das diferenças entre ambas, atualmente já é possível programar um site para dispositivos móveis sem comprometer a interatividade em touchscreen.

Os browsers mais usados são o Chrome, Safari e o Dolphin Browser que suportam desde o jQuery mobile, CSS3 e HTML5, no seu verdadeiro esplendor.

O problema da compatibilidade nos Smartphones e Tablets, ainda não se aplica totalmente, mas dentro de 6 a 12 meses iremos começar a assistir a problemas de compatibilidade a nível de resoluções.

A verdade é que, são centenas as resoluções diferentes existentes desde telemóveis com 320 pixéis a telemóveis como o Galaxy S5 que suporta mais de 1000 pixéis, até aos já famosos Phablets (mix entre phone e tablet) com 6 polegadas.

Não haverá app ou media querie que seja fléxivel ao ponto de suportar tantas possibilidades. Mas, só o futuro o dirá!

Já o jQuery também se salvaguardou desta fragmentação, deixando os browsers mais antigos apenas com versões de desenvolvimento até à versão 1.9.

A versão 2.0 apenas funciona em browsers acima do ie9 (internet explorer 9), onde muitas funções antigas e mais lentas foram totalmente descontinuadas.

Para os programadores que queiram usar as novas interatividades, fazer uso da melhoria de performance da 2.0, e ainda assim satisfazer as necessidades dos cliente mais exigentes (que pedem o funcionamento do website em browsers como o Internet Explorer 8 ou inferiores) o melhor é utilizar o migrate plugin.

Tendo em conta, atualmente,  que grande parte dos websites correm sobre a livraria de javascript jQuery esta foi possivelmente das medidas mais agressivas mas também das melhores, uma vez que ajuda a internet a ficar mais dinâmica, versátil e acima de tudo rápida, ficando livre do internet explorer 6 e 7.

Happy coding!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Artigos relacionados