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Linkedin e Facebook, redes sociais sempre em movimento

As redes sociais, como o LinkedIn e o Facebook estão em permanente movimento, alterando o seu funcionamento com o intuito de melhorar o experience.

redes sociais em movimento

A verdade é que cada vez mais as estratégias de social media devem ter em atenção as necessidades dos utilizadores, bem como as alterações constantes das redes sociais.

Ultimamente os gestores de páginas de empresa da rede social LinkedIn deparam-se com mais uma alteração. Chegaram ao fim as páginas de produtos e serviços desta rede social.

A questão que se coloca é: o que vai mudar na rede social LinkedIn a partir de hoje?

Ora, antes de mais é importante referir que, apesar de serem descontinuadas, as páginas de serviços e produtos já existentes não vão ser apagadas pela rede social, simplesmente não podem ser adicionados novos itens a cada uma delas.

Contudo, as marcas que ainda não têm estas páginas não terão oportunidade de as fazer a partir de agora.

De acordo com o próprio LinkedIn, a decisão de descontinuar as páginas de produtos e serviços surgiu como uma forma de agrupar todas as funcionalidades em apenas uma ferramenta já bem conhecida dos utilizadores.

Ainda segundo a rede social LinkedIn “às vezes é preciso remover uma funcionalidade para nos focarmos em áreas e ferramentas que podem trazer mais benefícios tanto para as empresas como para os utilizadores” da rede.

Desta forma, o LinkedIn espera que as empresas e profissionais de marketing apostem no desenvolvimento de LinkedIn Showcase Pages, que permitem uma comunicação mais segmentada dentro da própria rede social.

Apesar de condicionar a comunicação, a rede social impede assim que existam conteúdos duplicados, permitindo às marcas comunicar de forma mais específica no LinkedIn, como é suposto.

facebook e linkedin em movimento

Relativamente ao Facebook, a maior rede social de sempre, volta a introduzir mudanças no seu algoritmo, que de acordo com a empresa surgem como forma de acabar com os posts de spam no feed notícias, sobretudo das páginas de marcas.

Estas alterações debruçam-se sobretudo em três tópicos:

–       Like-bait no Facebook

Este conceito relaciona-se com a “pressão” feita, nomeadamente pelas marcas, para obter likes e shares de posts por parte dos seus fãs. Exemplos disso são posts como: “se gosta, faça like”.

A verdade é que os utilizadores interagem mais rapidamente com posts que incluem um call-to-action que “obriga” a uma ação, como por exemplo fazer like ou share da imagem.

Até à semana passada, a rede social Facebook, beneficiava, no seu algoritmo, posts que obtivessem maiores taxas de interação, com ou sem recurso ao chamado “like-bait”.

Contudo, estes posts foram considerados pelos utilizadores da rede social 15% menos relevantes que posts semelhantes, mas sem “like-bait”, por isso, a rede social decidiu penalizar este tipo de conteúdos, identificando-os e fazendo com que não permaneçam tanto tempo no feed notícias dos utilizadores.

–       Conteúdo publicado frequentemente no Facebook

A verdade é que todos sabemos que o tempo de duração de um post no feed notícias depende de diversos factos e é muito difícil de quantificar. Contudo, a técnica utilizada por várias marcas, de colocar o mesmo post várias vezes (para se manter mais tempo no news feed) é extremamente errada e prejudicial.

Ora, os fãs ficam cansados de receber sempre a mesma atualização e preferem inclusive deixar de seguir a página, do que serem incomodados constatemente com o mesmo tipo de posts.

Desta forma, o Facebook vai tentar reduzir este tipo de práticas e dar mais importância a conteúdos totalmente novos.

–       Spammy links no Facebook

E por último, os tão conhecidos: links enganosos. Enganar os utilizadores através de posts clicáveis com links que redirecionam para fora da rede social, aumentando assim o tráfego do website da empresa sem ser necessário o recurso a anúncios.

Também estes vão ser mais estudados e verificados pela rede social Facebook, que tentará impedir a sua utilização continua.

No caso do Facebook, caso a marca esteja a seguir todas as best pratices anunciadas pela rede social, nada há a temer, uma vez que as alterações não serão sentidas de forma intrusiva.

A verdade é que as redes sociais como o LinkedIn e o Facebook estão permanentemente a apostar no desenvolvimento e constantemente a crescer, no sentido de aumentar o número de utilizadores e oferecer-lhes a melhor experiência possível em termos de redes sociais.

 

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